Projeto urbanístico da PPP confirma pluralidade na Leopoldina

Projeto urbanístico da PPP confirma pluralidade na Leopoldina

O desenho que ilustra o projeto de conjuntos habitacionais da PPP (Parceria Público Privada) da Habitação na Avenida Imperatriz Leopoldina , no terreno da Cohab (na área da Antiga garagem da CMTC), consolida a Vila Leopoldina como um bairro onde convivem famílias de diferentes estratos sociais.

A PPP da Habitação, proposta na gestão Bruno Covas e consolidada no atual mandato do prefeito Ricardo Nunes, materializa-se na construção de nove torres residenciais, generosa área verde (praça) e abertura de um novo viário.

Os edifícios receberão famílias com rendas diversas – de três a seis salários mínimos e de seis a 10 salários mínimos – , conforme determina a legislação que regula a ocupação de terrenos classificados na lei do zoneamento como Zona Especial de Interesse Social (Zeis).

Das 1200 unidades previstas, pouco mais de 200 estarão agrupadas em duas torres (no desenho à direita) destinadas a famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 15 mil), com financiamento.

O restante dos apartamentos, distribuídos nas outras sete torres, serão vendidos, com financiamento de longo prazo, para famílias com renda entre R$ 4.500,00 e R$ 9 mil inscritas no cadastro da Cohab.

Essas famílias nada têm a ver com as mais de 850 inscritas no cadastro do PIU Leopoldina, um outro projeto urbanístico e que prevê a construção de moradias nas proximidades da Ceagesp.

Pode ser uma imagem de arranha-céu
Terreno da antiga garagem da CMTC na Av. Imperatriz Leopoldina com desenho da PPP.